SER SOLIDÁRIO

Gostavas de ajudar, mas não tens tempo ou não sabes como?

Eu tenho a solução!

Sei que há muitos humanos que gostavam de ajudar, mas por falta de motivação, dinheiro ou tempo, acabam por não o fazer.

Conheci a Associação o Abrigo da Mãozinhas através da humana da minha mana biológica Júlia, que é lá voluntária.

Como ajudar

O Abrigo da Mãozinhas

O Abrigo da Mãozinhas é uma associação sem fins lucrativos de protecção animal que alberga e protege cerca de 250 animais, entre cães e gatos. Este projecto assenta principalmente no trabalho voluntário e na ajuda e solidariedade de boa gente amiga dos animais, os quais constituem pilares fundamentais e sem os quais não seria possível continuar esta luta.

aliases-claudiavalente.pt
Doa

Doa

O que puderes

Sabias que há imensa coisa que tens em casa e que já não usas que pode ser útil? Na dúvida envia uma mensagem e pergunta. Além disso, podes doar sempre acessórios, comida ou medicação. O dinheiro é sempre bem-vindo porque permite à Associação comprar aquilo que mais necessita no momento.

Adota

Adota

Para Sempre

Cada um deles tem a sua própria história para contar, alguns resgatados de maus tratos e situações de negligência, outros foram descartados pela pessoa que consideravam ser o melhor amigo. Tudo o que eles querem é ter uma nova oportunidade de ter uma família que os mime para SEMPRE e os eduque. Não te esqueças! A adoção é um ato de extrema responsabilidade.

Apadrinha

Apadrinha

É outra forma de adotar

Gostavas de ter um animal mas não tens condições? Esta é a solução. Escolhe um sortudo, visita-o sempre que quiseres, passeia-o, escová-o, brinca ... Para apadrinhar basta um contributo a partir de 7€/mês para ajudar nas despesas do teu afilhado, tais como: alimentação, cuidados veterinários.

Torna-te voluntário

Torna-te voluntário

Eles dependem de ti

A associação depende única e exclusivamente do trabalho dos seus voluntários. Todos os dias temos que garantir as seguintes tarefas: Limpezas, alimentação, administração de medicamentos e alguns tratamentos... É um trabalho muito gratificante em que receberás como recompensa muitas lambidelas e muito carinho dos cães e gatos.

Torna-te sócio

Torna-te sócio

Por apenas 2€/mês

Uma forma bastante fácil e acessível de ajudar. Quantas vezes gastas 2€/mês em coisas menos importantes do que a vida destes amigos de 4 patas? Não custa tentar.

Quero ajudar

Entregar bens em Loures

Se tens bens que gostavas de doar e queres entregar em Loures, envia-me um email (geral@beanocao.pt) ou uma mensagem no Instagram (@beanocao).

Entregar bens noutros locais

Se tens bens que gostavas de doar e queres entregar em Loures, envia-me um email (geral@beanocao.pt) ou uma mensagem no Instagram (@beanocao).

 

Podes entregar bens também nestes locais:

Adotar

Se estás pronto para adotar um animal envia um e-mail para adoptarnamoita@gmail.com.

Outras formas de ajudar

Envia um e-mail para voluntariosaaaamoita@gmail.com ou contata  a voluntária Cátia Sousa (913124611) caso queiras:

  • apadrinhar
  • entregar bens diretamente na Associação (Rua Cândido dos Reis, Alhos Vedros, Moita – Setúbal)
  • doar dinheiro – NIB: 0033-0000-45557501412-05 | IBAN: PT50-0033-0000-45557501412-05 | BIC/SWIFT: BCOMPTPL | MBWAY – 913124611 | Nº SOLIDÁRIO: 760 10 88 88 (0,60€+IVA)
  • tornar-te voluntário
  • tornar-te sócio

Algumas ideias para quebrar crenças e mitos

  1. De certeza que eles não querem estas coisas para nada.
    • Deixa de supor e pergunta. Perguntar não ofende.
    • Se não conheces a realidade desta associação é comum achares que “essas coisas” não têm utilidade, mas podes estar enganado. Podes estar a perder uma boa oportunidade de ajudar animais e o planeta.
  2. Não tenho dinheiro e não vou dar só 0,50cent.
    • Todo o dinheiro ajuda, mesmo. A vergonha não deve ser superior à possibilidade de estares a ajudar um animal. Se 4 pessoas derem o mesmo, já dá para um latinha de comida.
  3. Não quero ir sozinho e não quero ter a obrigatoriedade de ir.
    • Porque não combinares com um amigo. Seria uma dia diferente, podias avaliar como te sentias e falar com a associação para avaliar a possibilidade de um período experimental ou de um horário que te seja mais confortável.
    • Não há nada como testar.
    • Existem também outras coisas que podes fazer pontualmente como levar animais ao veterinário, fazer passeios pontuais, ajuda em campanhas de recolha nos supermercados…
  4. Não tenho como entregar os bens.
    • Fala comigo ou com a associação.
    • Fala com alguém. Pode haver sempre alguém disponível para fazer o transporte.
  5. Não tenho transporte.
    • Já pensaste que se calhar há outra pessoa que gostava de contribuir e que não se importava ou que até preferia ser o teu meio de transporte?
  6. Não tenho tempo.
    • Os animais, humanos e não humanos, adaptam-se. Sei que isto não assim tão simples nem linear, mas quantas vezes já adaptaste a tua rotina para passares a conseguir fazer uma atividade? Cuidar de um animal ou pessoa, estudar, trabalhar, ir àquela festa ou concerto…
    • Podes ter a crença que é preciso x tempo para fazer aquelas ações que pensas que tens de fazer relacionadas com a ação de solidariedade, mas lembra-te que isso pode ser a tua expectativa e não a realidade. E se só tivesses de uma vez por mês dar boleia a x animais ou pessoas? E se pudesses ser o ponto de recolha de bens? Experimenta trancar 1 hora a cada 15 dias na tua agenda e pergunta a uma associação de que forma poderias ajudar durante esse período, por exemplo.
    • Mais uma vez, podes dar asas à imaginação e ver de que forma podes contribuir. És designer? Podes fazer materiais de comunicação. Vais organizar uma festa ou troca de prendas? As prendas podem ir para associação…
  7. Tenho o coração mole, não aguento ver os animais assim.
    • Não é fácil, mas não é tão difícil como imaginas. Testa!
    • Alguns relatos de voluntários:
      • ” Tens de experimentar e depois cria-se um compromisso. Eles dependem de ti. Cheguei a uma altura que se ia chorava e se não ia chorava porque não ia. O meu namorado chegou a dizer que me estava a fazer mal porque havia situações em que me ia muito a baixo e é frustrante saber que isto é “sem fim” no nosso país. Mas…lá está, sentes que tens que ir porque estes animais dependem de ti, precisam de ti quer faça sol ou faça chuva. E o retorno, sem dúvida que é muito maior. Resumindo, é substituir aquele sentimento pelo sentimento de responsabilidade e compromisso, e só indo mais vezes é que se cria esta ligação com os animais (e outros voluntários)”.
      • “A questão emocional… Eu tinha/tenho um pensamento de fazer o melhor possível pelo animal sem me apegar ou com o mínimo de apego possível. Não é fácil, mas não é tão difícil. Quando os cães vinham como FAT para minha casa, antes de buscá-los, eu pensava e falava em voz alta: ele vem passar X tempo e vai embora. Agora, para mim, é mais difícil ver um cão em “dificuldades” e saber que eu não fiz nada para ajudar do que pensar que fiz o que pude. E no final há um sentimento muito bom que é quando um cão recupera e vai para uma família e é feliz”.
      • “No meu caso, eu sou família de acolhimento pois as associações em questão não têm espaço físico. Talvez seja uma experiência diferente de fazer voluntariado num espaço com muitos animais. De qualquer das formas, é emocionalmente desgastante, sim. Seja por ver muito sofrimento ou por nos tirar “tempo livre”. Acho que sem dúvida o retorno faz tudo valer a pena. Nada paga o olhar de um bichinho que aprendeu a confiar, a receber amor contigo e que te adora com toda a convicção. Os animais são extraordinários nisto da gratidão. Acho que toda a gente devia viver a experiência de salvar/ajudar uma vida e vê-la florescer graças ao amor que lhe deu. ?”